O serviço de aluguel de patinetes elétricos em Curitiba será ampliado para mais 13 bairros da capital. A autorização foi concedida pela Urbanização de Curitiba (Urbs) em 24 de setembro de 2026 e aumenta de três para 16 o número de regiões atendidas. A operação, que antes estava concentrada no Centro, no Centro Cívico e no Batel, também terá a participação da empresa Woosh.
Com a expansão, a oferta total chega a 2.500 patinetes elétricos disponíveis para aluguel na cidade. A frota da Jet será ampliada, enquanto a Woosh passa a integrar o serviço como uma nova empresa credenciada. A medida amplia a presença do modal em áreas residenciais, comerciais e próximas a equipamentos de ensino, serviços e pontos de interesse de Curitiba.
Quais bairros passam a ser atendidos
Os novos bairros incluídos na operação são Água Verde, Alto da Glória, Alto da Rua XV, Bigorrilho, Campina do Siqueira, Cristo Rei, Jardim Botânico, Mercês, Prado Velho, Rebouças, São Francisco, Seminário e Vila Izabel. Com eles, o aluguel deixa de estar restrito ao núcleo mais central da cidade e passa a alcançar diferentes áreas da capital.
A distribuição dos patinetes nesses locais pode favorecer deslocamentos de curta distância e conexões com outros meios de transporte, além de atender moradores, trabalhadores e visitantes. A autorização da Urbs, porém, trata da ampliação da área de operação e da oferta do serviço. Informações sobre a quantidade de veículos por bairro ou sobre pontos específicos de retirada não foram apresentadas nas fontes consultadas.
A expansão foi divulgada pela Folha de Ponta Grossa e também detalhada pelo Diário Curitiba. A mudança ocorre em um momento de regulamentação específica para veículos elétricos autopropelidos no município.
Regulamentação define limites para os veículos
Em 17 de setembro de 2026, a Prefeitura de Curitiba publicou o Decreto Municipal nº 1.520, com regras para a circulação de patinetes, skates elétricos, scooters, miniscooters e monociclos. A norma foi apresentada durante a abertura da Semana Nacional do Trânsito, conforme informações divulgadas pela Prefeitura de Curitiba.
Entre os parâmetros estabelecidos estão o limite de velocidade de até 32 km/h e a potência máxima de 1.000 watts. A regulamentação busca organizar a circulação desses equipamentos e estabelecer referências para o uso de diferentes tipos de veículos autopropelidos nas vias e espaços urbanos.
As regras municipais ganham relevância com o aumento da frota e a chegada dos patinetes a bairros com perfis variados. A ampliação exige atenção à convivência entre usuários do serviço, pedestres, ciclistas e motoristas, especialmente em áreas de maior movimento. O uso responsável é fundamental para reduzir conflitos e tornar o novo modal mais previsível no cotidiano.
Prefeitura reforça orientações de segurança
Durante a Semana Nacional do Trânsito, a administração municipal também promoveu ações educativas voltadas aos usuários de patinetes. Em uma blitz, a Prefeitura reforçou a importância dos equipamentos de segurança e orientou sobre cuidados para circular com os veículos, de acordo com publicação oficial sobre a iniciativa.
O uso de capacete e de outros itens de proteção é recomendado pela administração municipal, embora esses acessórios não sejam obrigatórios em todos os casos. A orientação passa a ser especialmente importante diante da ampliação do serviço, que coloca mais unidades em circulação e aumenta o número potencial de usuários em diferentes regiões de Curitiba.
Com a entrada da Woosh e o crescimento da frota da Jet, o aluguel de patinetes elétricos passa a fazer parte de uma área maior da mobilidade urbana da capital. A operação alcança 16 bairros e disponibiliza 2.500 unidades, enquanto o Decreto nº 1.520 estabelece os limites gerais para os veículos. Para os usuários, conhecer as regras e adotar medidas de proteção são etapas essenciais para utilizar o serviço com segurança.












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