Natal de Curitiba terá mais de 500 mil flores pelas ruas; plantio vai começar

Como parte da preparação para o Natal de Curitiba – Luz dos Pinhais 2023, as ruas de Curitiba já recebem as flores da época cultivadas pelo Horto Municipal do Guabirotuba. Serão mais de 500 mil flores distribuídas pela cidade para decorar as unidades de conservação da Prefeitura, como o Jardim Botânico, os parques Barigui e Tanguá, praças, o Calçadão da Rua XV de Novembro e algumas avenidas.

Além de vermelhas, a florada tem as cores laranja, amarela e rosa, com espécies próprias para o verão. Neste ano, serão plantadas sunpatiens, begônias, sálvias, tagetes e angelonias.

“Nosso objetivo é sempre embelezar a cidade para mais um Natal tão querido de Curitiba. Estamos nos preparando desde setembro e até o fim de novembro já teremos deixado a cidade inteira ainda mais bonita”, explica o diretor de Arborização e Produção Vegetal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, José Roberto Roloff.

“Só nos últimos dias já vimos muitos lugares com essas flores especiais”, completa.

Jardim Botânico
Uma das novidades do Natal deste ano é a florada especial preparada pelo Horto Municipal do Guabirotuba para embelezar o Jardim Botânico. Além das tradicionais flores vermelhas, o espaço recebe espécies brancas e rosas.

“O Jardim Botânico sempre merece um tratamento especial. Neste ano, vamos colocar outras espécies no canteiro central do jardim, próximo à árvore de Natal”, conta Roloff.

Cidade inteira bonita
Roloff explica ainda que a iniciativa da Prefeitura de Curitiba e do Horto Municipal do Guabirotuba também ajuda as floriculturas locais. Segundo o diretor, com a cidade mais bonita e enfeitada com flores do Natal, a população tende a desejar espécies como essas para ornamentar as próprias casas. Como consequência, os moradores passam a procurar diretamente o comércio da cidade para comprar as flores.

“O floricultor busca saber quais são as flores que vamos plantar e já se prepara para vendê-las, é um ciclo. Essa é uma iniciativa boa para todo mundo”, diz Roloff.